NOTÍCIAS

DIOCESE DE VIANA DO CASTELO

Arcos de Valdevez acolhe as famílias da Diocese

Viana Jovem contagia jovens a darem-se


O Viana Jovem, a grande peregrinação diocesana dos jovens, contou no passado sábado, com cerca de meio milhar de jovens, na sua décima quarta edição. Sob o lema “Há mais felicidade em dar(-se)”, os jovens oriundos de todos os arciprestados encaminharam-se para a Praça da República em pleno coração de Viana do Castelo, onde foram recebidos em clima de festa com música e com o flash mob do hino do Viana Jovem.
Numa viagem cultural, os jovens percorreram a zona mais antiga da cidade num peddy paper, onde não faltou a “selfie” de grupo e ainda diversas actividades, que despertou a curiosidade dos transeuntes pelo alvoroço e entusiasmo da nossa juventude. Reunidos de novo na Praça da República, a Fanfarra de Escuteiros da Meadela encaminhou a coluna de jovens até ao largo de S. Domingos. Pela Rua Manuel Espregueira, uma das mais movimentadas da cidade, os jovens abordaram as pessoas e deixaram o convite à participação no concerto solidário, dando a conhecer a mensagem do Papa Francisco “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”, escrita para a Jornada Mundial da Juventude.
Em ano comemorativo dos 500 anos de nascimento do Frei Bartolomeu dos Mártires, o Centro Dramático de Viana brindou os jovens com uma peça sobre a vida e obra do Beato no Convento de S. Domingos, dando o mote para a visita pela exposição das suas relíquias.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, que apoiou logisticamente esta iniciativa, abriu o funicular para a subida dos jovens, a um dos lugares mais distintos da nossa diocese, o alto de Santa Luzia.
Ao fim da tarde, D. Anacleto Oliveira presidiu à Eucaristia no templo, convidando os jovens a respirar e recuperar do cansaço e desta forma entranharem-se na letra do hino desta peregrinação, da autoria do grupo Sentinelas de Caminha. Nota ainda para a presença do director regional do Instituto Português do Desporto e Juventude, Manuel Barros, que deste o início apoiou a Associação Diocesana da Pastoral Juvenil nesta iniciativa, numa clara sinergia entre a sociedade civil e a Igreja.
Contando ainda com a parceria da Confraria de Santa Lúzia, a noite trouxe um dos momentos altos do programa: o concerto com duas bandas de inspiração cristã, os madrilenos "La Voz del Desierto" e a "Banda Jota" da diocese da Guarda.
Os jovens e a comunidade diocesana aderiram a esta iniciativa solidária deixando o seu contributo monetário e bens alimentares a favor do refeitório social da paróquia Nossa Senhora de Fátima no seu trabalho junto dos sem-abrigo.
Depois deste gesto salutar, a noite foi de euforia com as actuações das duas bandas. A música “minha força és Tu” do último álbum da Banda Jota encerrou esta edição do Viana Jovem, que pretendeu despertar os jovens para a felicidade que o dar(-se) nos proporciona.


Pastoral Juvenil de Viana do Castelo

Conhecer Bartolomeu para o canonizar


A tónica da sessão solene de abertura das comemorações do quinto século do nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires deu o mote que vai marcar o ano jubilar: conhecer para o amar mais e fomentando a devoção obter a graça da canonização que o leve à universalidade da Igreja.
Logo à entrada do auditório "Professor Lima de Carvalho", mostrava-se uma edição filatélica dos CTT comemorativa do evento. Através de uma estampilha espalha-se por esse mundo além a imagem desta figura ilustre que o povo já há muito canonizou, como disse o Bispo de Viana.
A abrir a sessão o Vigário Geral da Diocese, um apaixonado pela figura de Bartolomeu, sublinhou que o "bracarense", alusão ao seu grande múnus de Arcebispo da Arquidiocese de Braga, ao tempo além daquele território integrava Viana do Castelo e abarcava Trás-os-Montes, no Concílio de Trento integrou o que numa linguagem mais moderna se poderia chamar a "ala renovadora". Mons. Sebastião Pires Ferreira foi o primeiro a deixar o mote: "façamos por o conhecer melhor, porque só assim o amaremos mais".
A aprofundar a vontade que se vive na Diocese de Viana do Castelo, o historiador, Cónego José Marques, melgacense de nascimento e bracarense por ordenação, atirou que as comemorações são a "oportunidade" para "dinamizar o movimento para a canonização" do arcebispo que escolheu Viana do Castelo para passar os seus últimos anos de vida.
Viana, assinalou, tem especial responsabilidade porque foi, explicou o historiador, "espaço privilegiado da acção do Arcebispo através da construção do Convento de Santa Cruz (S. Domingos) para nele instalar uma escola de formação.
José Marques, que trazia uma longa comunicação que será integralmente publicada, deixou "momentos significativos" da "acção pastoral" do "santinho da Ribeira" desde a "entrada na Arquidiocese até depois da renúncia" considerando que é muito actual o "seu legado pastoral". Numa excursão rápida, ditada pelo tempo da sessão, percorreu a vida de Bartolomeu dos Mártires anotando a sua "riqueza de alma", da sua ordenação à sagração como Bispo, "por obediência aos Provincial da Ordem de S. Domingos" depois de várias vezes ter dito que não, ao ritmo e acções desenvolvidas de imediato na Diocese como pregar durante todo o Advento nas paróquias próximas da cidade de Braga, "usando uma linguagem simples e acessível". Recordemos que estamos em meados do século XVI.
Uma das preocupações primeiras, chegado a Braga, foi ter estruturas que permitissem dar formação e de onde se pudessem escolher vocações, refira-se o Colégio de S. Paulo e o Convento de Viana que mandou construir, tendo assim, muito antes do tempo, entrevisto uma espécie de "pré-seminário", e, mesmo antes do Concílio o decretar, já havia pensado no Seminário que viria a designar-se Conciliar.
Grande parte da intervenção versou sobre a sua importantíssima contribuição e intervenção no Concílio de Trento, tendo abordado questões, hoje, pacíficas, mas que então significavam quase uma "revolução" na estruturação da vida da Igreja como resposta à reforma Protestante. No ano que passou em Trento à espera do início das sessões, foi tomando contacto com as doutrinas protestantes que grassavam e manifesta-se "assustado", ao ponto de dar instruções ao seu Vigário Geral em Braga que se empenhe no trabalho pastoral para "evitar [a difusão das] ideias heréticas luteranas".
Nota maior no Concílio para as suas preocupações com a reforma da Cúria Romana, tema de tanta actualidade, pelo que daí poderia significar de exemplo de mudança para todo o resto da Igreja. Das suas intervenções no Concílio, disse José Marques, pode-se fazer todo um programa para a vida de Bispos e de Padres, das qualidades humanas e de santidade de que se devem revestir, até ao modo de viver e de agir pastoralmente.
O "zelo pelos pobres" a partir da vivência de uma vida singela e desprendida, é uma marca maior na vida de Bartolomeu dos Mártires. Em dado momento escreve que "havendo fome, cessem todas as obras e dê-se pão para que não pereçam os pobres". Então decorriam obras avultadas para dotar a Arquidiocese de estruturas essenciais à pastoral. Esta preocupação com os que nada tinham era tal que chegou a sugerir a diminuição dos dias de jejum para esta gente que já passava fome todos os dias fruto de degradantes condições de vida, referiu o conferencista.
Como sempre acontece quando se trata de mudanças, a implementação das suas ideias e dos decretos conciliares não foram fáceis. Diz José Marques que o Arcebispo "viveu um calvário por causa dos Cónegos" que chegaram a apelar para Roma a fim de o travar no seu ímpeto reformador.
Estas comemorações fazem-se, em Viana do Castelo numa estreita parceria com a Câmara. Por isso, nesta sessão solene, o autarca vianense, natural da Ribeira, manifestou publicamente total apoio para que este "homem único", notável para a Igreja e para a região, seja mais conhecido e reconhecido, uma vez que "ainda não conhecemos muito do seu pensamento". José Maria Costa quer estar ao lado da Diocese dado o contributo possível para que este "ilustre desconhecido tenha a importância que merece a nível nacional e internacional".
D. Anacleto Oliveira, de "profundo desconhecedor" a "devorador das suas obras e comentários", confessou-se, frisou que Bartolomeu dos Mártires "incarnou o Evangelho, enquanto professor [de Teologia] e pastor", estando convicto de que esta figura vai ultrapassar todos os tempos da hnistória. Destacando a tónica de actualidade da vivência e do pensamento do Arcebispo, D. Anacleto quer "trazer a frescura deste homem para estes tempos".

Dando conta de que todos os Bispos de Portugal estão unidos na causa da canonização do Beato Bartolomeu dos Mártires, pediu oração a Deus para a concretização da canonização e, em jeito de humor, que "converta o Papa Francisco ao Beato Bartolomeu".

Quatro jovens seminaristas instituídos em Ministérios


No início das comemorações jubilares do Beato Bartolomeu dos Mártires e da Semana de Oração pelas Vocações, o Bispo de Viana do Castelo institui nos ministérios de leitor e acólito quatro jovens seminaristas que transportaram a arca com a relíquia do Beato que vai percorrer todas as paróquias da diocese.
Uma feliz coincidência, disse o Bispo Diocesano, porque uma das grandes preocupações do Arcebispo santo foi a preparação dos futuros presbíteros, no quadro da reforma que defendeu e implementou na diocese, tendo começado antes do Concílio de Trento.
Dirigindo-se aos jovens que foram instituídos, um no ministério de Leitor e três no ministério Acólito, sublinhou que se tratam de etapas muito importantes no caminho para o sacerdócio ministerial, caminho que pode ser comparado com o que foi feito pelos discípulos de Emaús, o trecho do Evangelho do passado domingo.
Estas etapas, "de treino", aproximam da Palavra, no caso do leitor. Não apenas, advertiu, para a proclamar, para a levar aos outros porque "não podes esquecer que o leitor é o primeiro ouvinte", disse à assembleia, mas sobretudo a Bruno Barbosa, jovem natural de Poiares, arciprestado de Ponte de Lima. D. Anacleto, que colocou nas mãos do novo leitor uma Bíblia, sublinhou que a Palavra vivida pessoalmente tem outro "impacto" e eficácia quando anunciada aos demais, isto é, penetra mais fundo nos seus corações. O Beato Bartolomeu desenvolveu uma forte actividade pastoral para que a Palavra chegasse ao coração do povo.
Também o ministério de acólito, etapa de treino, aproxima mais da Eucaristia a que mais tarde cada um destes três jovens haverá de presidir. Joel Gomes de Brito, de Eiras, arciprestado de Arcos de Valdevez, Renato Oliveira, de Areosa, arciprestado de Viana do Castelo, e Carlos Alberto Martins, de Caminha, arciprestado de Caminha, são o jovens seminaristas com o ministério de acólito.
A proximidade que o exercício deste ministério vos dá do altar, explicou o Prelado, deve ter como consequência um amor maior pela eucaristia.
A celebração inaugural das comemorações jubilares até 18 de Julho do próximo ano, terminou com a procissão das relíquias do Beato Bartolomeu dos Mártires para a Catedral da Diocese, iniciando assim um percurso pelo arciprestado de Viana do Castelo até ao final de Junho.
D. Anacleto Oliveira, indo ao encontro de uma das principais preocupações pastorais de Frei Bartolomeu dos Mártires, o apoio aos mais pobres, anunciou que todas as esmolas que forem recolhidas, na passagem das relíquias pelas paróquias da Diocese, serão canalizadas para os mais necessitados através das instituições das pastoral deste sector.
O Prelado anunciou igualmente que o Santo Padre concedeu a "indulgência plenária" a quem, cumprindo as prescrições determinadas pela Igreja, ao longo do ano jubilar visitar a igreja de S. Domingos, em Monserrate, onde estão os restos mortais do Beato.


«Bartolomeu dos Mártires, Modelo para a renovação da Igreja»

Breves traços biográficos de Frei Bartolomeu dos Mártires


Frei Bartolomeu dos Mártires nasceu em Lisboa no dia 3 de Maio de 1514, na rua dos Tanoeiros.
Seus pais, Domingos Fernandes, tanoeiro de profissão, e Maria Correia, doméstica, eram naturais de Verdelha, Lisboa. Tinham mais uma filha que também foi para a vida religiosa, com o nome de Catarina do Espírito Santo, no mosteiro do Rosário - Lisboa.
Aos 14-15 anos de idade, entrou na escola do Convento de São Domingos, em Lisboa, onde aprendeu as primeiras letras e lições de gramática e rapidamente dominou o latim, além da ciência de querer bem a Deus e ao próximo, sobretudo aos pobres.
Salientou-se pela sua inteligência e compostura e pelo interesse revelado pelas coisas de Deus, tendo os frades aconselhado os seus pais a que o mandassem seguir estudos.
Por vontade própria continuou naquele Convento, sentindo um cada vez maior apelo à vida religiosa, tendo-lhe sido explicado, por Frei Jorge Vogado, o rigor e a austeridade da Ordem.
Admitido ao Convento, recebe o hábito dominicano a 11 de Novembro de 1528 e faz a sua profissão a 29 de Novembro do ano seguinte, tomando o nome de Bartolomeu dos Mártires. Com esta decisão renuncia aos apelidos 'Fernandes' e 'Vale' para homenagear Nossa Senhora Rainha dos Mártires, padroeira da igreja paroquial onde fora baptizado.
Concluiu os estudos filosóficos e teológicos em 1538.
De 1538-1557, ensina nos conventos de Lisboa, “da Batalha” e Évora. Entretanto, vai aprofundando o seu percurso académico, tendo feito um interregno na leccionação para, em Salamanca, preparar e apresentar provas de doutoramento na Faculdade de Teologia (28 de Março de 1951). Entre Agosto de 1557 e Maio de 1558, foi eleito Prior do Convento de S. Domingos de Benfica, em Lisboa.
Neste último ano, é apresentado pela rainha Catarina para suceder a D. Frei Baltasar Limpo, Ordem do Carmo, como Arcebispo da Arquidiocese de Braga.
Apesar da resistência em aceitar a Mitra de Braga, "obrigado" pelo seu Provincial a aceitar, ainda antes de ser ordenado, começou a estudar a situação daquela região pastoral.
Só um ano mais tarde o Papa Paulo IV o haveria de confirmar Arcebispo, com a Bula "Gratiae divinae praemium", datada de 27 de Janeiro de 1559. É ordenado bispo em 3 de Setembro em S. Domingos de Lisboa.
Inicia a sua actividade na vastíssima Arquidiocese no dia 4 de Outubro de 1559.
A sua actividade apostólica é multifacetada. Recordemos alguns elementos mais sugestivos. Notabilizou-se pela realização de visitas pastorais; empenha-se na evangelização do povo, tendo para o efeito, preparado um "Catecismo ou doutrina cristã e práticas espirituais"; a solicitude pela cultura e santificação do clero leva-o a instituir aulas de Teologia moral em vários locais da Diocese e a escrever, entre as 32 obras doutrinais. Merece particular relevo o "Stimulus Pastorum", distribuído aos Padres dos Concílios Vaticano I e II, que já conhece a vigésima segunda edição.
A concretização do empenho de reforma encontra-se, também, em espaços estruturais a que deu vida, como o Convento de S. Domingos, em Viana do Castelo, para nele fundar uma escola de Moral. Verdadeiramente inovador, o Arcebispo descentralizou a formação com escolas em diversas partes da arquidiocese.
Em 24 de Março de 1561 sai de Braga para Trento, cidade italiana que acolhe a realização do Concílio de Trento, entre 1562 e 1563, convocado por Pio IV, cujos padres sinodais foram brindados com 268 petições como síntese das interpelações de Reforma para a Igreja.
Para concretizar as Reformas Tridentinas efectuou um Sínodo Diocesano, em 1564, e outro Provincial, em 1566.
Em 1571 ou 1572 dá início à construção do Seminário Conciliar no Campo da Vinha, não sem enfrentar uma forte oposição no seio da hierarquia bracrarense.
Em 23 de Fevereiro de 1582 renuncia ao Arcebispado e recolhe-se ao convento dominicano da Santa Cruz, na cidade de Viana do Castelo, nascido por seu empenho (1561) para favorecer os estudos eclesiásticos e a pregação.
Morre nesse convento a 16 de Julho de 1590, reconhecido e aclamado pelo povo como o Arcebispo Santo, pai dos pobres e dos enfermos. O seu túmulo è venerado na antiga igreja dominicana em Viana do Castelo, Monserrate.
Foi declarado Venerável por Gregório XVI em 23 de Março de 1845.

O Papa João Paulo II reconheceu em 7 de Julho de 2001 o milagre proposto para a beatificação, celebrada a 4 de Novembro deste ano: dia litúrgico de S. Carlos Borromeu, com quem trabalhou arduamente na prossecução dos objectivos do Concilio de Trento.

Itinerário das Relíquias no arciprestado de Viana



Mês de Maio
05 - Sé
06 – Irmãs Reparadoras da Santa Face
07 – Irmãs Franciscanas
08 – Capelania do Hospital distrital
09 – Comunidade Padres Espiritanos
10 – Irmãs Carmelitas de Clausura
11 – Irmãs S. João Bosco
12 – Comunidade dos Padres Carmelitas
13 – Nossa Senhora de Fátima
14 - Meadela
15 – Outeiro
16 - Perre
17 – Santa Marta
18 - Serreleis
19 - Cardielos
20 - Montaria
21 - Amonde
22 – Vilar de Murteda
23 - Meixedo
24 - Lanheses
25 – Vila Mou
26 – S. Salvador da Torre
27 – Nogueira
28 – Mazarefes
29 – Vila Franca
30 - Suportela
31 – Deão

Mês de Junho
01 – Moreira Geraz do Lima
02 – Santa Leocádia de Geraz do Lima
03 – Santa Maria de Geraz do Lima
04 - Deocriste
O5 – Portela de Susã
06 - Carvoeiro
O7 – Comunidade Padres Passionsitas
08 - Barroselas
09 - Mujães
10 – Vila de Punhe
11 – Comunidade das Irmãs Espiritanas
12 - Alvarães
13 – Vila Fria
14 – Castelo de Neiva
15 – S. Romão do Neiva
16 - Chafé
17 – Vila Nova de Anha
18 - Darque
19 - Areosa
20 – Comunidade das Irmãs Salesianas
21 – Senhor do Socorro
22 - Carreço
23 – Afife
24 – Monserrate (Preoaração para a peregrinação)
29 – Peregrinação ao Sagrado Coração de Jesus

30 – Arciprestado de Ponte de Lima

Arranque dos 500 Anos do Nascimento do Beato Bartolomeu dos Mártires

Jovens vianenses desafiados a ajudar os mais necessitados

Comemorações jubilares à espera da canonização

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Escola de Ministérios
Escola de Musica de Sacra
Escola Monserrate
Escola Superior de Teologia e Ciências Humanas
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Mon ção
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Mosteriro
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Movimento Neocatecumenal
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Natal dos sós
Nichos
Nomeações sacerdotais
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Paróquia do Senhor do Socorro
Pastoral
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Pastoral Juvenil
Pastoral Litúrgica
Pastoral Social
Pastoral Socio-Caritativa
Pastoral Vocacional
Patrono
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sacerdotes
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sacredotes
sagração
Sagrado Coração de Jesus
Salvador Vieira
Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo
Santa Eufémia
Santa Luzia
Santo Padre
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Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar
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Secretariado Diocesano para a Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC)
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Seminário Diocesano
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