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DIOCESE DE VIANA DO CASTELO

Presépio ocupa integralmente uma habitação junto ao adro de Venade

Presépio Caseiro é o nome dado a um «mega presépio» que, na aldeia de Venade, no Concelho de Caminha, ocupa todas as divisões e anexos de uma casa típica, cujas imagens, em tamanho natural, foram construídas por voluntários das comunidades paroquiais de Argela, Venade e Azevedo.
Esta iniciativa, com abertura agendada para as 21h00 deste sábado (10), na agora denominada "Casa do Adro", fruto da oferta de um benemérito, resulta da coordenação do pároco daquelas comunidades, o padre Paulo Emanuel e do grupos de “Casais de Santo António” e “Grupo de Jovens JP2”.
A visita a este mega presépio inicia-se na cozinha, onde são apresentadas das «várias tradições do Natal e presépio» iniciado, há séculos, por S. Francisco de Assis. Nos dois quartos, foram reconstruídas as cenas da Anunciação e o palácio dos Magos. Na casa de banho reconstrói-se o ambiente do édito de César Augusto, que leva José e Maria a Belém.
A vista prossegue pela Sala do Forno, para apreciar o Palácio de Herodes, seguindo-se os pastores nos campos com os rebanhos. Neste espaço, anotam os promotores, estão afixados numa parede 46 quadros com os nomes dos sacerdotes, dos pastores de Venade conhecidos, com as respectivas datas de nascimento e morte. São os Pastores conhecidos desde 1258.
No primeiro andar da "Casa do Adro" pode, ainda, ser apreciado o exército celeste a entoar o “Glória a Deus nas Alturas”, na sala de jantar.
No rés-do-chão é recriado o ambiente do Egipto (na dispensa), a Casa de Zacarias e Isabel (na adega).
No armazém de apoio à casa está instalado o presépio tradicional, com imagens tradicionais, cujo enquadramento representa um pouco da geografia da freguesia de Venade, com os seus montes, os moinhos (que moem mesmo, com a água corrente). Este presépio tem 304 imagens.
Na comunidade de Venade, desde 2008, a construção do presépio tem ocupado diferentes espaços para assinalar datas e aconteceimentos significativos da comunidade.
O presépio pode ser visitado, aos fins-de-semana, até ao final do mês de Janeiro.

Bispo Diocesano convidou os cristãos a viverem com mais esperteza



O Bispo de Viana do Castelo, na celebração de encerramento da Semana da Diocese, que assinalou os 34 anos da sua fundação canónica, convidou os cristãos do Alto Minho a viverem a vida com mais esperteza do que só passar por esta a «curtir».
O Prelado, na Catedral, desafiou os seus diocesanos a não enveredarem pela «estupidez» das «virgens insensatas», mas a encontrar a sabedoria d'Aquele que «encarnou e mostrou o caminho para vivermos uma vida de acordo com as aspirações mais profundas da própria vida» preparando-nos para o «momento mais importante de uma vida» vivida desperta para Deus e para os homens. O contrário disto é viver, salientou, como se a morte, o momento culminante da vida, não fosse uma passagem para a continuidade futura da vida na glória de Deus.
Viver com a consciência de que a nossa morte é o alcançar de tudo o que sempre desejamos, é, no presente, ter uma «sabedoria prática» que se traduz na «capacidade de ver e agir em conformidade, com o fundamento da nossa fé enraizada na Ressurreição de Cristo que nos mostra que «a vida triunfa com a morte», dado que Ele não viveu para si próprio mas em permanente doação. Por isso, continuou, morrer em Cristo significa «passar a vida a morrer», ou melhor dito, «a dá-la» ao jeito de um pai ou de uma mãe que «gastam a sua vida quotidianamente por aqueles que amam». Para quem assim vive, enfatizou o Prelado, «o momento derradeiro não é o fim, mas o culminar de uma vida de entrega».
Cristo continua presente e é o «segredo» para alcançar a verdadeira vida, assinalou o Bispo diocesano referindo-se à eucaristia onde a «Sua vida vivida para o outros volta a ser viviva e entregue por nós pra que nos possamos entregar aos outros».
No final da semana da diocese, foram muitos os representantes das diversas comunidades paroquiais que depositaram nas mãos de D. Anacleto Oliveira o fruto da generosidade e da partilha das paróquias num gesto de comunhão. O Bispo diocesano atribui mais valor a esta partilha não tanto pela «quantidade», mas, sobretudo, «por ser expressão do dom da vida».
Por outro lado, esta sabedoria de Deus, para viver uma vida em plenitude, pode ser encontrada pelo cristão na Palavra. Uma vida «desperta» não pode deixar de se alimentar desta Palavra para «julgar no dia a dia» e, depois, «viver em coerência». Se isto é verdade para qualquer cristão, alertou o Bispo, é o muito mais para aquele que ontem foi instituído no Ministério de Leitor. O jovem seminarista candidato ao sacerdócio, Fabio Jorge Araújo Carvalho, natural de Carvoeiro, arciprestado de Viana do Castelo e frequentar o sexto ano do Seminário, tem agora a especial incumbência de proclamar a Palavra de Deus na liturgia.
No final da homilia, D. Ancleto deixou a sua convicção: «guiados pela luz da Palavra e pela força da eucaristia, nenhum de nós será tão estúpido como, às vezes, corre o perigo de ser».

Bispo quer uma formação mais alargada na Escola de Teologia

A Escola de Teologia e Ciência Humanas é um dos sectores vitais desta Igreja particular que o Prelado quer «revitalizada» e a oferecer uma formação que passe, também, pela vida das pessoas.
D. Anacleto Oliveira disse aos presentes na sessão solene de Abertura das Aulas que podem esperar, também este sector, uma mudança cuja discussão está lançada e que, profeticamente, vai coincidir com a vivência do Ano da Fé que o Papa agendou para começar em Outubro do próximo ano.

Assinalando que a "escola" foi uma instituição «sempre presente na Igreja», o Prelado frisa que uma Igreja local que não se preocupa com a formação dos seus membros «não tem futuro». Por isso, «um novo impulso» para a Escola Superior de Teologia e Ciências Humanas, do Instituto Católico de Viana do Castelo, é preocupação do novo Bispo dado que é uma peça «fundamental» no xadrez pastoral pelo contributo essencial na formação de agentes que sejam «boas testemunhas de Cristo». Para enfrentar as mudanças e os desafios que a sociedade coloca aos fiéis é necessária uma formação não só de cariz teológico e cognitivo, ou seja a nível dos conteúdos da fé, mas também da «vivência» porque a transmissão «não é neutra», mas assenta na vida de cada um com o fundamento que é Cristo.

Nesta sessão solene, numa escola que este ano conta com 36 pessoas as frequentar o Curso Teológico-Pastoral (curso básico de teologia voltada para a pastoral), apenas no polo de Viana do Castelo, o director da Escola, padre José Correia Vilar, abordou a questão da proposta do Credo católico no contexto de uma sociedade plural.

O contexto da proposta, afinal, é plural desde sempre porque o cristianismo teve que permanente se confrontar com as diferentes culturas, mas, ao mesmo tempo, tal como a presença de Deus no meio dos homens, também o Evangelho rapidamente se incarnou ou inculturou.
Nos tempos que correm, nos quais, aparentemente, o centro passou a ser cada um, na sua incapacidade de diálogo e comunhão, «o serviço desinteressado ao outro», num testemunho vivencial de comunhão poderá permitir «unir o caminho da Europa [ou do homem europeu] com o da Igreja».
Os cristão são desafiados, frisou, a um «anúncio de Deus feito pela Palara, unidos em comunhão sob acção do Espírito Santo» através da «adesão» à pessoa de Jesus Cristo». A vida de Deus não se faz só de uma relação pessoal de adesão, mas chega, também, pela via da «comunhão das comunidades» realizada pelo Espirito Santo.
Por isso, propor hoje Deus é uma tarefa de sempre que supõe propor como Ele se propôs e falar de Deus como Ele falou ou se revelou na sua essência de amor, dom e entrega, reconheceu o orador desafiando os cristãos a caminharem lado a lado com os irmãos, carregando o fardo dos outros.

Diocese de Viana assinalou os 34 anos de fundação

D. Anacleto Oliveira apelou ontem aos cristãos da Diocese de Viana do Castelo, no dia em que cumpria 34 anos de existência, que «profundem a comunhão com Cristo em ordem a troná-lo mais vivo em toda esta Igreja».

Na Catedral de Viana, o Prelado aproveitou uma das suas experiências mais rica, o contacto com os jovens que Crisma nas visitas pastorais, e sem grande contas, estima já tenham sido mais de um milhar, para levar os presentes a responderem pessoalmente à pergunta de Cristo proposta no Evangelho: «E vós quem dizeis que Eu sou?»

O Bispo vianense sublinhou que o rosto da Igreja de hoje depende da «relação de cada cristão com Jesus Cristo» e que a Igreja, que «esteve sempre em crise», perde brilho quando os seus membros «se deixam invadir por ídolo em substituição» do Redentor.

«Quem se encontra verdadeiramente com Cristo não pode deixar de falar d'Ele e, quando d'Ele fala torna-O presente no mundo» frisou o Prelado sublinhando que a juventude ainda se deixa tocar pro Cristo e que está cheia de coisas boas.

O Prelado insistiu que cada cristão tem de fazer o seu caminho pessoal para Cristo cujo «cerne» está na sua morte e ressurreição que aconteceu porque «Jesus viveu como viveu e morreu como viveu, isto é: deu-se». É esta «hora», como lhe chama S. João, «que nunca mais acabou» que sintetiza o «mistério de amor» de Deus e onde se «realizam todas as nossas expectativas maiores» que é «vencer a morte».

Mudanças na diocese começam por reagrupamento das paróquias


O bispo de Viana do Castelo anunciou hoje o reagrupamento das paróquias da diocese minhota e a “reestruturação dos padres”, no final da Assembleia do Clero que decorreu em Santiago de Compostela, Espanha.
D. Anacleto Oliveira manifestou a sua satisfação pela participação de uma centena de sacerdotes, considerando-a como sinal de “expectativa”, “desejo” de fazer algo em conjunto.
Na cidade galega, o prelado considerou que os padres são “poucos” e cada vez serão menos, pelo que urge dar prioridade a uma reorganização diocesana, embora “sem pressa”.
O bispo de Viana diz que há muitos sacerdotes com mais de 80 anos de idade a quem já pediu para “aguentarem mais um bocado”, mas adiantou que terá de ser feita uma “junção, reagrupamento diferente de paróquias”, após “um estudo sério”.
Isto vai exigir dos padres “muita maleabilidade”, reconhece o prelado, para quem esta postura poderá dar “uma imagem de maior unidade e comunhão na Igreja”, temática que marcou a discussão destes dias.
Outra mudança anunciada publicamente e reiterada em Santiago é a implementação do estatuto económico do clero, da paróquia e da diocese, para uniformizar remunerações, entre outras medidas.
Na conferência do evento, Saturnino Gamarra, catedrático emérito de espiritualidade com experiência no acompanhamento de seminaristas e padres, desafiou os participantes a um olhar atento e profundo acerca da atualidade, apelando ao exercício de um ministério de forma “transparente”.
O orador teceu duras críticas ao que chamou de “padre funcionário”, considerando que esta situação é uma “patologia” do ministério sacerdotal.
Na celebração eucarística de encerramento do primeiro dia da Assembleia do Clero, na quarta-feira, D. Anacleto Oliveira, voltado para o túmulo do apóstolo Tiago, pediu “prontidão” para a “realização” da missão, “fidelidade” ao ministério e “entrega de vida ao Evangelho”.

Conselho Presbiteral - Comunicado

O Conselho Presbiteral da diocese de Viana do Castelo reuniu no Centro Pastoral Paulo VI para rever o Estatuto Económico do Clero e o Estatuto do Fundo Diocesano do Clero com vista à sua implementação, no início do próximo ano.
Do diálogo salienta-se a proposta de uma remuneração do clero que será basicamente a mesma para todos e a definir pelo bispo diocesano depois de consultar os respectivos conselhos (Episcopal, Consultores e Económico) e tendo presente o que é praticado nas outras dioceses do país.
O Sr. Bispo solicitou ao Conselho que sugerisse um tempo para a implementação do estatuto, sendo proposto o período de 1 a 3 anos, uma vez que é fundamental um processo de esclarecimento dos padres e de formação dos membros dos Conselhos Paroquiais para os Assuntos Económicos. É igualmente necessário um tempo para completar a legislação diocesana.
A eleição de três membros do Conselho para a Comissão foi adiada para o próximo Conselho Presbiteral, uma vez que ainda não entraram em vigor os estatutos.
Finalmente, o Sr. D. Anacleto submeteu o Estatuto dos Arciprestados e dos Arciprestes à discussão do Conselho com vista à sua promulgação em breve.

Bispo pede aos catequistas que se dêem todos pelos outros



O Bispo de Viana do Castelo, diante de uma assembleia com mais de meio milhar de catequistas que fizerem o seu compromisso de fé e de serviço, deixou um apelo veemente: «dai-vos todos pelos outros para vosso próprio bem».

Anacleto Oliveira deixou este pedido, durante a homilia da celebração de encerramento da Assembleia de Catequistas, com a confiança de receber um «sim» que se traduza em acções concretas em prol da «vinha do Senhor», assinalando que esta «é a maior alegria que me podeis dar».

Tomando como fundamento da reflexão a leitura de S. Paulo, o Bispo Diocesano exortou os catequistas a empenharem-se pelos «interesses dos outros» sem olhar para os «interesses próprios». Advertiu ainda para a cautela que é necessário ter para que nenhuma comunidade seja marcada por «rivalidades» porque seria a «negação» do que é e, nesse caso, já não é cristã, portanto «arrumemos as malas e vamos para casa». A preocupação primeira de qualquer comunidade cristã, frisou, deve ser a «unidade».

O Bispo de Viana do Castelo pediu aos catequistas para não serem pessimistas nem desanimarem diante dos tempos que correm e sugeriu que sigam os conselhos de Paulo para se revestirem «dos mesmo sentimentos de Cristo».

A manhã desta XXVIII Assembleia de Catequistas foi ocupada na reflexão sobre novas propostas de itinerários catequéticos descentrados da infância e adolescência.

O padre Vasco Gonçalves, apresentou um «modelo» de "Catequese Familiar" com vista a «recuperar» a família para o centro do processo de transmissão da fé.
Este modelo em "laboratório" em quatro comunidades paroquiais da diocese de Viana do Castelo (Perre, Meadela, Santa Marta e Castelo de Neiva) e com possibilidade de no próximo ano ser estendido a comunidades paroquiais de 10 das dioceses portuguesas, é um itinerário de iniciação cristão a ser cumprido em três anos, no acompanhamento dos filhos até à primeira Comunhão.
Segundo o padre Vasco pretende-se «abandonar» o esquema escolar semanal de catequese, passando a estar articulado em etapas mensais ritmadas por uma divisão semanal.
Enunciando brevemente o modelo na primeira semana os pais dialogam com os filhos acerca de Deus e com eles rezarem, a partir do catecismo das crianças do primeiro ano. Na segunda semana, pais e filhos, encontram-se na paróquia (instalações paroquiais), os mais velhos com os animadores de casais e os mais novos com o catequista do primeiro ano. Num e noutro encontro estará em discussão «os seus problemas».
Na terceira semana, a catequese regressa ao seio da família, ficando para a última semana do mês um novo encontro na comunidade para uma catequese que contará com a participação de «figuras» da comunidade, culminando o encontro com a participação na eucaristia.
Isabel Oliveira apresentou também um modelo de "Catequese Intergeracional".
A tarde iniciou-se com a apresentação das actividades do secretariado diocesano para o próximo ano, dando ênfase à Assembleia de Catequistas, a 23 de Setembro em Caminha, sob o tema "Catequista como Jesus". A caminhada para esta assembleia será preparada com três encontros de formação e de um concurso alusivo à mensagem "Quem receber uma destas crianças em Meu nome". Os trabalhos originais, depois de avaliados por um júri, estarão expostos durante a realização da Assembleia.
D. Anacleto Oliveira apresentou, "rapidamente", a Carta Pastoral, depois de ter oferecido um exemplar a cada catequista presente na sala.

Carta Pastoral é referência permanente para a revitalização da diocese de Viana



D. Anacleto Oliveira, Bispo da diocese de Viana do Castelo, apresentou, no decurso da cerimónia de abertura do Novo Ano pastoral, uma Carta Pastoral que há-de ser «ponto de referência permanente para tudo o que fizermos no futuro» em ordem à revitalização desta parcela de Povo de Deus, assente numa fé mais esclarecida e aprofundada que culminará num testemunho na Igreja e para o mundo.
Salientando que o título "Cristo em vós: a esperança da glória" é um resumo do evangelho que está na «origem da nossa existência cristã», explicou que o objectivo fundamental deste escrito para todos, a começar pelos mais responsáveis na Igreja, é um «encontro pessoal com Cristo», apresentando uma proposta de percurso que rege as três partes que a compõem: ao encontro comigo próprio; ao encontro de Cristo; e com Cristo ao encontro dos outros.

O Prelado decidiu-se a escrever esta Carta aos diocesanos, logo no início da sua missão por estas terras do Alto Minho para marcar essa missão, para falar à Igreja que «encontrei e estou a conhecer» e de encontro ao que se está a fazer em Portugal, a partir da Conferência Episcopal.
Nesta diocese, «pela positiva», encontrou «muitas pessoas com uma fé muito profunda» expressa numa «religiosidade popular» que até já o fez mudar de «olhar» acerca desta realidade. «Receberam a sua religiosidade com o resto da sua vida» e, por isso, «é tão importante estar na festa como comer todos os dias».
A par deste aspecto positivo, nota o Bispo, decorre de «forma alarmante uma debandada» que se caracteriza por uma «descristianização» que «era de esperar porque as estas pessoas religiosas «faltam os motivos profundos da fé». Falta razão nesta fé emocional, declarou o Bispo, reconhecendo que a imagem negativa que os media passam da Igreja e outros apelos, cativam as pessoas para outros caminhos.
Nesta Carta Pastoral, D. Anacleto deixa a sua "esperança" de «tentar mudar muita coisa na diocese» num processo alicerçado numa «base» e um «fundamento» que é o evangelho de Jesus Cristo a partir do «cerne» que é a sua ressurreição.
É nesta base que anunciou querer pôr os diversos movimentos de pastoral a «fazer uma reflexão séria» no sentido de se renovarem que se traduzirá, quase em linguagem política do momento, em fazer melhor e mais. Será neste horizonte de «interpelação» que D. Anacleto quer que todos os organismos diocesanos «alarguem a visão e descubram um caminho novo».
O Prelado, consciente da densidade da escrita, fruto da densidade das questões abordadas e das propostas, também deixou um método de leitura, frisando que a Carta não se compadece com uma «leitura na diagonal».
Apelando a uma leitura calma, serena e com tempo, D. Anacleto desafia cada um, a começar pelo autor, «a ler mais do que aquilo que lê» porque na Carta sugerem-se «caminhos» que cada um deve percorrer «inserindo a sua vida». Isto, enfatizou, obriga a entrar «calmamente» no interior da vida de cada um e «personalizar» o encontro com Cristo que tem de ser permanente.
Neste «aperitivo», como alguém lhe chamou, à leitura, o Bispo Diocesano disse que no texto dirigido, sobretudo, «aos que já estão na Igreja», teve a preocupação de «traduzir [os conceitos] em linguagem e imagens do nosso tempo».
Este cerimónia de abertura do novo Ano Pastoral da diocese de Viana do Castelo, que juntou em Darque mais de meia centena de responsáveis por diferentes organismo diocesano e movimentos, contou com a apresentação do calendário das actividades que vão decorrer nos 10 arciprestados do Alto Minho e que espelham a vida dos diferentes sectores da pastoral.
A partir de agora, este documento fundamental, para a vivência deste Ano Pastoral e dos próximos, pode ser adquirido na Livraria do Instituto Católico e noutros espaços da cidade.

Abertura do Novo Ano Pastoral

A reunião dos Responsáveis dos Secretariados Diocesanos e seus Departamentos, bem como dos Presidentes e outros Responsáveis dos Movimentos, Associações e Obras de Apostolado com D. Anacleto Oliveira, agendada para o último sábado deste mês (24), às 9h30, no Centro Pastoral Paulo VI – Darque, marca o arranque do novo Ano Pastoral da Diocese de Viana do Castelo.

O novo Ano Pastoral da diocese vive a expectativa da anunciada Carta Pastoral - "Cristo em vós, a esperança da Glória" - que o Prelado vai apresentar durante a Assembleia do Clero no final do próximo mês de Outubro.

Nesta sessão será apresentado e entregue o Calendário Diocesano, um instrumento pastoral onde estão anotadas as actividades pastorais de maior impacto diocesano a concretizar neste novo Ano Pastoral.

Os Secretariados Diocesanos e seus Departamentos, bem como os Movimentos, Associações e Obras de Apostolado, tendo em conta as finalidades próprias da instituição pastoral, apresentam alguns dos objectivos específicos que orientam a sua programação pastoral para o novo Ano.

Bênção do envio dos jovens 153 vianenses para as JMJ

Os 153 jovens vianenses que vão participar nas Jornadas Mundiais da Juventude, em Madrid, reúnem-se segunda-feira (dia 15), às 21h00, para no Templo do Sagrado Coração de Jesus, Santa Luzia, receberem a Bênção do pastor diocesano, D. Anacleto Oliveira.
Na véspera da partida para Espanha, onda na capital se juntam em tordo do Papa Bento XVI para viverem dias de oração e reflexão, juntamente com muito convívio, o Departamento Diocesano da Pastoral Juvenil convida as famílias, párocos e amigos dos jovens a partilharem a celebração de Envio.
Percorrido o caminho de preparação feito durante este ano pastoral, nomeadamente através de encontros de todos os inscritos, após a bênção partem para Torrejón de Velasco, onde ficarão alojados até ao dia 21.
Todos partem com a expectativa de trazerem na alma uma experiência marcante.
Na terça-feira (16), celebra-se a Missa inaugural na Plaza de Cibeles, de Madrid. De 17 a 19, haverá catequeses em diferentes paróquias da capital espanhola.
No dia 18, os jovens darão as boas-vindas ao Papa. No dia 19, tem lugar a Via-sacra e no dia 20, a vigília no aeródromo Cuatro Vientos.
O evento termina no dia 21 de Agosto, com a Missa de encerramento e o anúncio da sede da JMJ de 2014.
A história das JMJ, que se realizam a cada 3 anos desde 1985, "é uma história fascinante, do nascimento de uma nova geração de jovens", considera o Cardeal Stanislaw Rylko, presidente do Conselho Pontifício para os Leigos.
"Temos certeza de que Madrid se vai converter no lugar de uma nova epifania, de uma Igreja jovem, radicada e fundada em Cristo, sólida na fé", concluiu.

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